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09/08/2018

Fakini tem novas empilhadeiras e estrutura de armazenamento

Mudar a forma como determinado trabalho é feito, usando, para isso, equipamentos adequados, ajuda a melhorar a produção e a qualidade de vida dos colaboradores. Foi o que aconteceu na Fakini. Empilhadeiras começaram a ser usadas e mudanças no processo de transporte e armazenamento de malhas foram implementadas.

E tudo isso fez com que uma nova rotina surgisse. Os resultados: mais agilidade na produção e melhora na qualidade de trabalho. 

Melhorias na produção

Antes de a Fakini começar a trabalhar com empilhadeiras e de criar um novo sistema de armazenamento, os rolos de malhas ficavam guardados no chão, sobre pallets. E isso dificultava muito o transporte. Afinal, além de exigir um enorme esforço físico – cada rolo era transportado manualmente –, ainda era difícil pegar malhas que estavam na parte de baixo na pilha. 

Agora, com as empilhadeiras e o sistema de armazenamento, isso não acontece mais. Cada rolo tem um local exato para ser guardado na estrutura, que tem 12 suportes, sendo que cabem 72 rolos em cada um. No total, a estrutura pode comportar até cerca de 80 toneladas de malha. Além disso, os dados de armazenamento ficam registrados no sistema da fábrica.  

“Assim, se você está procurando por determinado rolo, basta ver no sistema onde ele está e, com a empilhadeira, fazer o transporte para os carrinhos que o levarão para a enfestadeira”, destaca Vilmar Lopes Dias, líder de depósito de malhas. Aliás, esses carrinhos para transportar os rolos pela fábrica são outra novidade implementada recentemente.

Como funciona

Hoje, todo o processo funciona da seguinte forma: com a empilhadeira, o rolo é retirado do local em que está armazenado, é colocado no carrinho de transporte e levado até as mesas de enfesto. Lá, o rolo é içado por um guincho elétrico e colocado no berço da enfestadeira, especialmente adquirida para rolos de malhas grandes. 

Depois de ser enfestado, caso haja sobra, o rolo é pesado automaticamente – o guincho elétrico tem uma balança acoplada. Os dados vão, então, para o sistema e uma etiqueta com as informações é impressa e colocada no rolo. Esse rolo volta a ser armazenado e as informações de endereçamento são colocadas novamente no sistema. 

Tudo isso é feito de forma a não exigir força física dos colaboradores, o que evita desgastes e, consequentemente, aumenta a produção. Afinal, além do ganho de tempo e economia de matéria-prima, a quantidade de malha que cada rolo comporta também pode ser maior. Hoje, na Fakini, são mais de 100 quilos de malha por rolo.

“Já percebemos um ganho na produção de uns 30%. Temos o mesmo número de pessoas trabalhando no processo, mas os resultados são significativamente melhores”, enfatizam Jocemir Camilo Sauer e Jonas Hoffmann, líderes de turno do corte.